quinta-feira, 30 de julho de 2015

Ideias

3dfirstaid visual architecture
Professor Edgar Bom Jardim - PE

CRISE:Governo bloqueia R$ 2 bilhões do PAC e recursos da Saúde e Educação


O governo federal publicou nesta quinta-feira (30) decreto presidencial, em edição extra do "Diário Oficial da União", detalhando o contingenciamento adicional de recursos no orçamento deste ano - cujo valor totaliza R$ 8,6 bilhões, dos quais R$ 8,47 bilhões cabem ao Executivo.
De acordo com o Tesouro Nacional, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que já tinha sofrido bloqueio de R$ 25,7 bilhões em maio deste ano, foi novamente alvo do bloqueio de recursos - sofrendo um corte adicional de R$ 2,05 bilhões. O programa foi o que teve o maior contingenciamento adicional.
Maiores cortes (em valores)
Cortes em R$ milhões
-2.055-1.703-1.165-451-435-401PACSaúdeEducaçãoCiênciaFazendaDefesa-2500-2000-1500-1000-5000
Fonte: Governo Federal
Cortes adicionais
Além disso, áreas prioritárias do governo também não foram poupadas. O Ministério da Saúde, por exemplo, sofreu um bloqueio extra de recursos da ordem de R$ 1,7 bilhão em seus gastos correntes (não relacionados com investimentos), informou o Ministério da Fazenda. Foi o segundo maior corte realizado nesta semana. O Ministério da Educação, por sua vez, teve um contingenciamento adicional de R$ 1,16 bilhão nos gastos correntes, informou o Ministério da Fazenda.
Mais cedo, nesta quinta-feira, o secretário do Tesouro Nacional, Marcelo Saintive, declarou que todas as áreas estão sendo afetadas pelo corte extra que está sendo feito no orçamento federal, inclusive Saúde e Educação, mas observou que os limites mínimos constitucionais estão sendo mantidos. "Todos sofrerão cortes, mas preservando áreas prioritárias para o governo e respeitando sempre os limites constitucionais. Corte proporcional as áreas. Não tem nenhuma pasta especificamente afetada pelo decreto", declarou o secretário do Tesouro a jornalistas.
Segundo o Ministério do Planejamento, o contingenciamento nos Ministérios da Saúde e da Educação ficou abaixo da média geral. "No caso da Saúde o contingenciamento foi de 1,31%, enquanto que na Educação representou 2,55%. Cabe ressaltar que o orçamento dessas áreas se mantém acima do mínimo exigido pela Constituição", acrescentou.
As emendas parlamentares sofreram um bloqueio adicional de R$ 327 milhões, informou o Ministério do Planejamento. "O bloqueio dos valores primou pela qualidade do gasto público, de modo que não houve um corte linear e alguns Ministérios não foram contingenciados. Também foram consideradas as particularidades de cada política e de cada Órgão, além do ritmo de execução das obras em andamento", informou o Planejamento.
Maiores cortes (em %)
Cortes em relação ao limite de pagamento anterior.
-18,3-15,1-14,4-14,2-13,9-12,7Operações de CréditoDesenvolvimento AgrárioDireitos HumanosIgualdade RacialEsportePesca e Agricultura-20-15-10-50
Fonte: Governo Federal
Meta fiscal
O corte adicional no orçamento faz parte da estratégia do governo para tentar atingir a meta de superávit primário deste ano. Além disso, também aumentou tributos sobre combustíveis, automóveis, empréstimos, importados, receitas financeiras de empresas, exportações de produtos manufaturados, cerveja, refrigerantes e cosméticos e atuou na limitação de benefícios sociais, como o seguro-desemprego, o auxílio-doença, o abono salarial e a pensão por morte, medidas já aprovadas pelo CongressoNacional.
A equipe econômica trabalha para aumentar o nível de confiança na economia brasileira e também, para que a nota brasileira, concedida pelas agências de classificação de risco, permaneça no chamado "grau de investimento" – que é um tipo de recomendação para investimento. Perdendo essa nota, as regras de vários fundos de pensão de outros paísesimpediriam o investimento no Brasil, o que dificultaria a capacidade de o país, e das empresas do setor privado brasileiro, buscarem recursos no exterior – aumentando subsequentemente os juros destas operações.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

Convite: IX Conferência de Assistência Social


Professor Edgar Bom Jardim - PE

Japoneses aplicam surra de educação e cidadania nos brasileiros


Um grupo de cerca de 30 japoneses da esquadra de treinamento da força marítima de autodefesa do Japão realizou ação que chamou atenção para o problema de lixo na rua, nesta quinta-feira (30).
Dez homens da Marinha do Brasil e funcionários da Emlurb também participaram do ato que recolheu o lixo jogado no entorno da estação do metrô do Recife.
Apesar do serviço voluntário, poucos instantes depois já era possível ver lixo no chão, o que chama atenção para a falta de conscientização da população à respeito dos perigos de se descartar lixo nas ruas.Jardim - PEUm grupo de cerca de 30 japoneses da esquadra de treinamento d força maritima de autodefesa do Japão realizou ação que chamou atenção para o problema de lixo na rua, nesta quinta-feira (30). Com Informações da Rádio Jornal.

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Vida de gado. Veja mais fotos em Leia Mais.


Fotos:Edgar Severino dos Santos
Professor Edgar Bom Jardim - PE

Dilma convidou governadores de todos os estados para reunião nesta quinta-feira


A presidente Dilma Rousseff convidou os governadores de todos os estados para uma reunião na tarde desta quinta-feira (30), em Brasília.
G1 consultou todos os governos estaduais e, até a última atualização desta reportagem, 24 tinham confirmado a presença dos governadores (Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins) e um (Mato Grosso do Sul), a do vice.
Também participarão do encontro o vice-presidente Michel Temer e os ministros Aloizio Mercadante (Casa Civil), Nelson Barbosa (Planejamento) e Joaquim Levy (Fazenda).
O texto do convite enviado aos governadores, assinado pela própria presidente, informa que o tema do encontro é "governabilidade, responsabilidade fiscal e colaboração federativa".
A intenção é discutir a pauta de votações do Congresso Nacional no segundo semestre, segundo informou o Palácio do Planalto. De acordo com o Blog do Camarotti, a presidente também deve anunciar medidas que favorecem os governos estaduais.
Depois de um semestre de atritos com o Executivo e de duas semanas de recesso Câmara e Senado retomam as atividades na próxima semana com a perspectiva de votação de projetos que contrariam o governo, as chamadas ‘pautas-bomba’.
Entre esses projetos estão os que estabelecem redução das desonerações na folha de pagamento de empresas, o aumento do índice de correção dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), além de temas polêmicos como redução da maioridade e o financiamento privado de campanha.
A presidente buscará mostrar aos governadores o reflexo que essas "pautas-bomba" podem ter nos estados. A equipe de articulação política de Dilma quer sensibilizar os governadores e incentivá-los a convencer deputados e senadores aliados a atuar com “responsabilidade fiscal”, segundo apurou o G1.
Uma das principais preocupações do Planalto é com relação aos pedidos de reajuste salarial, em especial o dos servidores do Judiciário. A presidente vetou o reajuste, mas o veto ainda será analisado pelo Congresso Nacional. Segundo o governo, o projeto geraria impacto de R$ 25 bilhões nas contas públicas nos próximos quatro anos.
'Embate político'
Na última segunda-feira (27), após reunião de Dilma com os ministros que integram a coordenação política, o ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil) afirmou que o governo vai para o "embate político" nas votações no Congresso Nacional. ()
"Temos que agir agora para que tenhamos condições, politicamente, de fazer com que a base, que é numericamente muito vantajosa, se posicione de forma majoritária nessas votações. Vamos para o embate político", afirmou o ministro, na ocasião.
Durante a entrevista, Padilha já defendeu a ideia de que algumas "pautas-bomba" podem ter efeitos a serem "consumados por muito tempo", e não só no mandato da presidente Dilma Rousseff. "Queremos mostrar que a pauta-bomba não destrói o governo. Ela destrói é a expectativa positiva de todos os brasileiros", disse.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

Nível da Barragem de Pindobinha ( Bom Jardim) acumula mais água nas últimas 48 horas.

Quarta-feira 29 de julho 2015. Veja mais fotos em Leia Mais.

A Barragem de Palmeirinha continua com pouca água acumulada apesar de ter recebido um bom volume de água com as chuvas nas últimas 48 horas. 
É preciso chover mais para garantir que não falte água até o próximo inverno.

Fotos: Pedra Fina Notícia.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

O ajuste do ajuste fiscal e a inadimplência do Brasil, artigo de José Eustáquio Diniz Alves


[EcoDebate] Nos meses de agosto a outubro de 2014 o eleitorado brasileiro viu nos horários da propaganda eleitoral gratuita (isto é, paga com o dinheiro do contribuinte) um Brasil irreal, fantasioso e espetaculoso. A propaganda eleitoral da candidata à reeleição mostrou uma realidade de conto de fadas. Foram feitas inúmeras promessas, tais como a redução da pobreza, a melhora da educação e da saúde, a defesa do meio ambiente, o respeito aos direitos trabalhistas, a não subida da taxa de juros, o controle da inflação, a geração de empregos, casa, cama e comida para todos, o equilíbrio das contas públicas, o combate ao arrocho salarial e fiscal, etc, etc, e etc.
Mas tão logo foi divulgado o resultado das urnas, começou-se a gestar um “cavalo-de-pau” na economia. O ex-ministro Guido Mantega e sua nova matriz macroeconômica foram demitidos, mas se mantiveram, figurativamente, no cargo até o final do ano. Nunca um ministro da economia foi tão humilhado.
O ano de 2015 começou sob o signo do ajuste fiscal. O ministro Joaquim Levy, no primeiro trimestre, propôs uma meta de superávit primário (receitas menos despesas, sem contar juros) de 1,2% do PIB, o equivalente a uma economia de R$ 66,3 bilhões para o setor público em 2015, e de pelo menos 2% para 2016 e 2017.
Bem entendido, o déficit nominal do Brasil está em torno de 7% do PIB, um superávit primário de 2% paga somente uma pequena parte do rombo dos juros. Ou seja, mesmo com o pleno ajuste fiscal proposto pelo novo Ministro da Fazenda (realmente o Brasil é uma grande fazenda, que, com o processo de desindustrialização, vive da roça e da mina) a dívida interna brasileira continua aumentando.
Somente nos governos de Dilma Rousseff (que atualmente está apenas no início do segundo mandato) a dívida subiu estonteantes 12% do PIB. É um crescimento explosivo e que aponta para o colapso das contas públicas. Se a coisa já estava ruim no primeiro mandato, piorou muito mais no segundo. Diversas contas foram adiadas de 2014 (ano eleitoral) para 2015. Só que a arrecadação caiu no ritmo do aprofundamento da recessão. O Brasil entrou num círculo vicioso, pois o governo corta gastos para evitar a explosão da dívida, mas estes gastos aprofundam a recessão, o desemprego e o endividamento das famílias e das empresas, o que diminui a receita do governo. Cortes de gastos implicam em menor receita e, recursivamente, menor receita exige maiores cortes de gastos. A situação parece a de um cachorro louco rodopiando atrás do próprio rabo.
Para agravar a situação, o Congresso Nacional tem feito pouco para ajudar no ajuste e muito para aumentar novos gastos. Em julho, o Legislativo discute o projeto de lei que propõe a redução da meta fiscal de R$ 66,3 bilhões ou 1,19% (percentual ajustado) do PIB para R$ 8,7 bilhões, ou 0,15% do PIB. O texto ainda tem uma cláusula prevendo que, caso algumas receitas não se confirmem, o governo poderá fazer um abatimento de R$ 26,4 bilhões no resultado primário. Na prática, isso permite ao governo terminar o ano com um déficit primário de R$ 17,7 bilhões nas contas públicas.
Ou seja, em vez de superávit, pode haver novo rombo e aumento ainda maior da dívida interna. O mais impressionante é que o déficit primário ocorre mesmo com aumento dos impostos. A carga tributária brasileira passou de 25% para 35% do PIB, entre 1991 e 2014, enquanto os concorrentes brasileiros possuem taxas atuais abaixo de 30%. Os impostos crescem, os gastos públicos crescem, mas a qualidade dos serviços públicos decresce.
Diante do inevitável e do caos orçamentário, Joaquim Levy cedeu e as mudanças de metas não ficaram restristas apenas em 2015. O governo também sugere que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) seja modificada para reduzir a meta fiscal dos anos de 2016 (de 2% para 0,7%) e de 2017 (de 2% para 1,3%). Isto significa mais dívida. Significa também que o governo e o Congresso estão empurrando o problema com a barriga. As lideranças do Executivo e do Legislativo jogaram a toalha e fizeram o ajuste do ajuste fiscal, isto é, já aceitam a hipótese de um défict primário. Isto também quer dizer que o ajuste que seria curto, vai se prolongar no tempo jogando o Brasil na “estagnação secular”.
A Dívida Pública Federal (DPF) somava, em março de 2015, o valor de 2,44 trilhões de reais e pode chegar a 2,6 trilhões de reais até o final do ano. Cada brasileiro deve atualmente 12 mil reais. Se fosse pagar em um ano ou R$ 1.000,00 ao mês, seria mais do que um salário-mínimo mensal. As futuras gerações vão ter uma dívida ainda maior pela frente. Cada bebê nascido em terras tupiniquins já nasce endividado e terá como perspectiva muito trabalho para pagar as dívidas acumuladas e ainda cuidar do crescente número de aposentados e idosos que terão suas condições de vida pioradas.
O prestígio dos políticos brasileiros está abaixo do volume morto. Com os presidentes das principais empreiteiras brasileiras na cadeia, a CPI do BNDES e a suspeita de corrupção generalizada, o país entrou em recessão acelerada. Como consequência da desordem econômica e política, o dólar disparou e vai aumentar ainda mais quando todas as agências de classificação de risco rebaixarem a nota do Brasil. Dólar em alta significa inflação em alta, embora o desemprego esteja cada vez mais elevado (destruindo até a clássica relação da “curva de Phillips”). É estagflação como nunca se viu na história desse país.
O quadro é desalentador, pois além da estagflação e as taxas de juros estão subindo (a Selic deve passar de 14% ao ano). Com superávit primário zero e considerando uma taxa de juro real de 5% aa, a dívida de 65,5% passaria para mais de 68% do PIB no final do ano. Mas com recessão, com redução das receitas e aumento dos gastos provocados pelo Congresso, a dívida pode, em breve, atingir 70% do PIB. É um limiar perigoso, especialmente porque o custo da rolagem da dívida brasileira é bem maior do que o da dívida grega.
A consultoria Empiricus projeta uma queda de 2,5% para o PIB este ano, de -0,5% em 2016 e de zero, em 2017. Já para a inflação, é esperado 9,5% este ano e 5,5% em 2016. No caso da evolução da dívida bruta sobre o PIB, a Empiricus aposta em 72% em 2018, contra 66% na perspectiva do governo. Três anos seguidos de queda da renda per capita é um fato raro na história da República. Até a fama de ministro sério, competente e responsável do Joaquim Levy já está indo por água abaixo.
O desastre econômico também é um desastre social. Lulinha, ou o menino Christiano Pereira Tavares, que se transformou em símbolo do PAC, programa que tinha uma “mãe” chamada Dilma Rousseff, morreu aos 15 anos sob suspeita de overdose em uma unidade de saúde. A região de Manguinhos, RJ, segue pobre, e a piscina prometida ao garoto, abandonada. O quadro de desagregação e pobreza segue inalterado. Não morreu apenas Lulinha. Morreu a ilusão do “país de classe média” e da 4ª potência mundial, como gostava de se gabar o ministro Guido Mantega. O Brasil submergente vai enfrentar uma realidade dolorosa. Como tem sido dito, parece que o Brasil virou um “filme de terror” com sua crise autoinfligida.
Com a estagnação da produtividade, a queda da população ocupada e a regressão da estrutura produtiva, o Brasil não vai seguir o lema da bandeira nacional: “Ordem e Progresso”. O mais provável é que siga o lema inverso: “Desordem e Regresso”. Um país insolvente é um país sem soberania e sem capacidade de guiar seu futuro. Para agravar a situação, a dívida externa também está crescendo e saindo do controle. O governo que vendeu uma ilusão nas eleições de 2014 está deixando como herança uma economia quebrada, um orçamento falido, dívidas em trajetória explosiva e o povo brasileiro assistindo bestificado tamanhas improbidades.
Referências de artigos sobre a realidade econômica brasileira:
ALVES, JED. O fim do crescimento econômico e a década perdida 2.0, Ecodebate, RJ, 28/11/2014
http://www.ecodebate.com.br/2014/11/28/o-fim-do-crescimento-economico-e-a-decada-perdida-2-0-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
ALVES, JED. O pior quinquênio (2011-15) da economia brasileira em 115 anos?, Ecodebate, RJ, 17/04/2015
http://www.ecodebate.com.br/2015/04/17/o-pior-quinquenio-2011-15-da-economia-brasileira-em-115-anos-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
ALVES, JED. O fim do bônus demográfico e o processo de envelhecimento no Brasil. São Paulo, Revista Portal de Divulgação, n. 45, Ano V. Jun/jul/ago 2015, pp: 6-17
http://portaldoenvelhecimento.com/revista-nova/index.php/revistaportal/article/view/510/549
ALVES, JED. A roça e a mina. O mito do pré sal está afundando o Brasil, IHU, 14/04/2015
http://www.ihu.unisinos.br/entrevistas/541712-o-mito-do-pre-sal-e-o-keynesianismo-vulgar-entrevista-especial-com-jose-eustaquio-alves-
ALVES, JED. A redução da pobreza no longo prazo no Brasil e sua possível reversão, Ecodebate, RJ, 22/05/2015
http://www.ecodebate.com.br/2015/05/22/a-reducao-da-pobreza-no-longo-prazo-no-brasil-e-sua-possivel-reversao-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
ALVES, JED. Negócio da China: Brasil embarca em uma nova dependência com sérios danos ambientais, Ecodebate, RJ, 19/06/2015
http://www.ecodebate.com.br/2015/06/19/negocio-da-china-brasil-embarca-em-uma-nova-dependencia-com-serios-danos-ambientais-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
ALVES, JED. O ajuste fiscal não resolve os desequilíbrios estruturais da economia brasileira, Ecodebate, RJ, 01/07/2015
http://www.ecodebate.com.br/2015/07/01/o-ajuste-fiscal-nao-resolve-os-desequilibrios-estruturais-da-economia-brasileira-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
ALVES, JED. A crise no mercado de trabalho e a desindustrialização precoce do Brasil, Ecodebate, RJ, 08/07/2015
http://www.ecodebate.com.br/2015/07/08/a-crise-no-mercado-de-trabalho-e-a-desindustrializacao-precoce-do-brasil-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
ALVES, JED. Grécia hoje, Brasil amanhã, Ecodebate, RJ, 22/07/2015
http://www.ecodebate.com.br/2015/07/22/grecia-hoje-brasil-amanha-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/
ALVES, JED. Desperdício da força de trabalho no Brasil: longe do pleno emprego e do trabalho decente, Ecodebate, RJ, 24/07/2015
http://www.ecodebate.com.br/2015/07/24/desperdicio-da-forca-de-trabalho-no-brasil-longe-do-pleno-emprego-e-do-trabalho-decente-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/

José Eustáquio Diniz Alves, Colunista do Portal EcoDebate, é Doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE; Apresenta seus pontos de vista em caráter pessoal. E-mail: jed_alves@yahoo.com.br

in EcoDebate, 29/07/2015
Professor Edgar Bom Jardim - PE

Barragem de Capim Frio (Bom Jardim) acumula 90% de sua capacidade

A antiga barragem do Capim Frio, na comunidade do Sítio Torto, estava desativada desde os anos finais da década de 1980.
A parceria com a Secretaria de Agricultura e Reforma Agrária de Pernambuco e o Governo de Bom Jardim permitiu reativar sua função e vai atender o principal objetivo em minimizar os efeitos da seca e da estiagem que vinha se prolongando no município.
O trabalho desenvolvido garantirá mais oportunidades para os moradores do Sítio Torto e sua adjacência, que sofrem com a falta de água e que a partir de agora, terão condições para desenvolverem a agropecuária, além de garantir a mais de 270 famílias água para o consumo, para produção rural e para o gado, fortalecendo a agricultura familiar. É por essas e outras ações que Miguel Barbosa, foi reconhecido como prefeito das águas, ou seja,  o prefeito que desenvolve ações para garantira todos o acesso a essa riqueza indispensável a vida humana.


Professor Edgar Bom Jardim - PE

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Cultura de Paz em Bom Jardim

Noélia Andrade e Cantores de Deus
Fotos: Chico Pezão/Portal BomJardim/Bom Jardim Noticia.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

Miguel concede homenagens aos bonjardinenses


O Governo Municipal, por meio da Secretaria de Turismo, Cultura e Esportes, realizou na noite do sábado (18), no Centro Cultural Professora Marineide Braz, homenagem com entrega de placas de Honra ao Mérito e Cidadania a bonjardinenses escolhidos pela própria população.

O evento, incluso na programação alusiva aos 144 Anos de Emancipação Política de Bom Jardim, reuniu personalidades de diversos setores da sociedade dentro da perspectiva de reconhecimento e protagonismo às funções que oportunizam e colaboram para o engrandecimento social, político e econômico do município.

Áreas como: Educação, Cultura, Funcionalismo Público, Segurança, Comércio, Religião, Agricultura, Política, Saúde, Artes, dentre outras, foram devidamente evidenciadas pelo contributo diário para o desenvolvimento local como gesto de valorização dos servidores públicos, empreendedores, artistas populares, personalidades, gestores, famílias e demais esferas sociais.

Segundo a educadora e psicóloga bonjardinense Maria Teresa Monteiro, uma das personalidades homenageadas, num post na rede social Facebook, Bom Jardim vem resgatando cada vez mais a sua identidade, graças ao empenho do Prefeito Miguel Barbosa.

“Bom Jardim vem conseguindo resgatar seu clima de paz e justiça, investindo na cultura de paz, humildade e fraternidade. Feliz, muito feliz por ser uma das pessoas homenageadas no aniversário de Emancipação de Bom Jardim. Gratidão ao Prefeito Miguel Barbosa e a todos que fazem a Secretaria de Turismo Cultura e Esportes da cidade”, frisou Teresa Monteiro.

A noite de homenagens contou ainda com: recitação de poemas (Projeto Bom Jardim dos Poetas), número de dança (Balé Popular de Bom Jardim), desfile da Garota Emancipação (Gleicy Carla) e apresentação musical (Projeto Levino Ferreira).

Fotos: Bom Jardim Noticia/ Chico Pezão/Bom Jardim Conectado/Akires Sabino/.
Professor Edgar Bom Jardim - PE