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domingo, 3 de dezembro de 2017

GOL (ANDRÉ) - SPORT 1 X 0 CORINTHIANS. Veja em LEIA MAIS.



Não foi tranquilo, mas o Sport garantiu a presença na Série A do ano que vem. O Leão fez o principal, a sua parte. Neste domingo, o Leão venceu o Corinthians por 1 a 0 na Ilha do Retiro lotada. Ainda viu todos os demais resultados que lhe beneficiavam acontecerem. Coritiba e Vitória perderam seus respectivos jogos - bastava apenas que um desses dois times não vencessem, além do triunfo leonino -, possibilitando ao Rubro-negro pernambucano dar um salto para fora da zona de rebaixamento, ultrapassando ambos.

O Sport foi um time aguerrido, superando o nervosismo que perdurou durante boa parte do jogo. O Corinthians, repleto de jogadores jovens e com alguns reservas, não foi nem sombra do time campeão brasileiro. O Leão, que não tem nada com isso, teve competência para marcar o gol, com André, que ratificou o seu papel de jogador mais decisivo da equipe no campeonato. Depois, segurou o valioso resultado. No fim das contas, o Rubro-negro se salvou, o que não deve apagar, porém, a série de erros durante a competição que levou a equipe a chegar na última rodada em situação delicada.
A torcida compareceu para apoiar o Sport no momento em que o time mais precisou no campeonato. Motivado, o Leão começou bem o jogo, com mais posse de bola e presença no ataque. Criou chances com boas descidas de Marquinhos pelo lado direito, mas não conseguiu o tão esperado gol, que poderia trazer maior tranquilidade para a equipe no decorrer da partida.

E o grande problema do Sport no primeiro tempo foi justamente o nervosismo. Conforme o relógio corria, aumentava a ansiedade, o que fazia o time forçar jogadas desnecessárias e errar passes importantes. Tranquilo, com uma equipe formada por jogadores mais jovens e reservas com vontade de mostrar serviço, o Corinthians equilibrou o confronto e a posse de bola. Teve, inclusive, a melhor chance da partida, com Magrão operando dois milagres seguidos, na cabeçada de Pedrinho e no rebote de Rodrigo Figueiredo. 
Com informações do Diário de Pernambuco.
03/12 - BRASILEIRÃO 2017 /www.youtube.com/watch?v=cleUfaL3vZM
Professor Edgar Bom Jardim - PE

O melhor jogador do Sport é esse cara aí

 Daniel Paulista, OBRIGADO! Você deve ser reconhecido por sua guarra, dedicação e respeito pelo SPORT.  Daniel você é um grande artilheiro, essencial nessa luta contra o rebaixamento. O Técnico do ano do Sport em 2017. Sport continua na Série A do Brasileiro de Futebol em 2018. A direção do Sport atrapalhou o seu trabalho.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

sexta-feira, 24 de novembro de 2017

Torcida do Flamengo criou polêmica com Sport no Rio

Um simples treinamento gerou polêmica na manhã desta sexta-feira (24), no Ninho do Urubu, no Rio de Janeiro. O “problema” é que num dos campos do Centro de Treinamento do Flamengo estava o Sport, com Daniel Paulista e seus comandados realizando a última movimentação antes de encarar o Fluminense, neste sábado (25), no Maracanã. O que era para ser um simples trabalho terminou com diversas queixas dos torcedores flamenguistas nas redes sociais pelo fato de a diretoria ter cedido o espaço para o Sport.
Com Folha de Pernambuco
Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 12 de novembro de 2017

Torcedores do Sport, Náutico e Santa Cruz não aguentam mais tantos rebaixamentos, corrupção e incompetência


SANTA CRUZ
Entre 2008 e 2013, o Santa Cruz viveu seus piores dias. Foram três anos na Série C e três na Série D. Em uma grande história de renascimento, o Tricolor reagiu e retornou à primeira divisão. Mas por pouco tempo. Quatro anos depois, um duplo rebaixamento recoloca o Santa na Terceira Divisão do futebol brasileiro. A derrota por 4 a 2 para o Boa Esporte selou a queda no mesmo dia em que Náutico e ABC também foram rebaixados.


NÁUTICO
Um ano depois de quase subir para a Série A, perdendo a vaga em uma derrota para o Oeste na última rodada, o Náutico está rebaixado para a Série C. A derrota para o Londrina por 2 a 1 na Arena de Pernambuco colocou um ponto final na via crucis alvirrubra. Foram 20 derrotas nesta Série B. Depois de 18 anos, o Timbu está de volta à terceira divisão nacional - que disputou uma única vez, em 1999. Além do Náutico, Santa Cruz e ABC também foram rebaixados.

SPORT

Sport conquistou um único título em 2017. Campeonato estadual duvidoso, que não deixou o torcedor convencido, fez feio, não se portou como grande club, amarelou na Copa do Nordeste, Copa do Brasil,  Sul-Americana e despenca para o rebaixamento do Brasileirão da Série A. Estaria mesmo o futebol pernambucano contaminado , dominado pela incompetência e corrupção de seus dirigente de clubes. Torcedores do Sport já desconfiam que o time será rebaixado para Série B. 

Nas redes sociais os torcedores dos três times  desabafam com jogadores, técnicos e dirigentes :

"Sou tricolor, mas são cem anos de larápios no Arruda,em rosa e silva não fica a traz,na praça da Bandeira por nem se fala! A maior tristeza do futebol de PE na historia do futebol Brasileiro! Não tem base e o pior poucos são os jogadores da região vigorando no estado". *Alysson Santos de Freitas;

Situação lamentável do futebol Pernambucano. Sou Rubro Negro mas entendo que o verdadeiro motivo de alegria deve ser nossas vitórias e não se alegrar com a desgraça alheia". * Nuemerson Diego;


 "Lastimável, o Santa caiu e o náutico também. O Sport logo se juntará a essa realidade. Uma pena, o futebol pernambucano já teve dias melhores" *Felipe Xavier;

"Pernambuco tá virando um estado de um time só e meia boca que é o Sport, vai começar a aparecer torcedor de Flamengo e Corinthians" *Diego Lucena;

"Infelizmente e já fazem muito tempo que o náutico é liderada por um bando de ratos incompetentes, a maior prova disso foi ter contratado aquele volante Magrão velho e bixado, onde deu só um jogo em Natal em um torneio, e hoje cobra na justiça um absurdo em torno de mais de um milhão de reais, isso leva um time a decadência!" *Roberto Gomes;

"Os dirigentes deveriam criaram vergonha e não contratar mais esses miseráveis desses jogadores do Sul e Sudeste para jogarem nos times do nosso estado . Esses miseráveis só querem ganhar valores enormes e não fazem o trabalho certo . Contratem os garotos da base . Cadê que deram oportunidade ao jogador Juninho ? Ele joga muito bem . Sou rubro - negro e amo meu Leão 🦁 . Porém esses palhaços colocaram nossa alegria no lixo" *Gevaneide Costa Vasconcelos;

" Esperar o quê desses medíocres timecos...reflexo de um campeonato pernambucano safado! Culpa da Federação, dos dirigentes e times fracos! *José Geraldo Sá Barreto;

"Rodrigo Lima Essa é a hora da reformulação, esses diretores, conselheiros e gestores sebosos precisam serem expulsos do clube na base de pontapés, bando de escroto filho da puta" *Rodrigo Lima;

"É uma vergonha os três times Pernambucos, cheios de tradição, numa situação dessas." *Túlio Barros;

Andre Gomes Essa é a realidade do futebol pernambucano. Dirigentes que sugam os clubes, presidente de federação que parece um parasita, jogadores que são contratados para fazer meia boca aqui no Estado e motim para derrubar treinador, só pode dar nisso aí né!? quando acabar vem gente da imprensa ainda querer que valorizemos o futebol daqui, aí eu pergunto: como vai haver valorização com todos esses fatores que levantei acima? ALGUÉM ME RESPONDA!" Andre Gomes;

" Galera brinca, mas, é triste demais pro futebol pernambucano. E ainda ter mais um risco do Sport cair para b, é lamentável. Uma cidade como Recife, um estado como Pernambuco ter seu futebol se deteriorando por incompetência coletiva dos dirigentes dos três maiores clubes (tirando Ibis, relevem a brincadeira) de Pernambuco." * Matheus Melo;

Elisangela Galvao David Sou carioca mas amo recife . Fico triste pelo futebol pernambucano , já fui no Arruda e na ilha do retiro. Acho que o Sport vai cai também, resumindo o futebol de recife está de luto e tem gente rindo ; o barco afundando e todos rindo mas sinceramente não vejo graça, estão todos no mesmo barco." *Elisangela Galvão David.
Com Diário de Pernambuco.

Professor Edgar Bom Jardim - PE

sábado, 4 de novembro de 2017

Náutico vence clássico do desespero por 3 A 2



Muita confusão no final do jogo Santa Cruz e Náutico no Arruda. Tricolores reclamam de uma penalidade não marcada no final do jogo. O placar do clássico do centenário favoreceu o Náutico. Ambos continuam  na final da tabela da série B do Campeonato Brasileiro.  Quem ganhar os próximos 5 jogos pode se salvar. Tem que ganhar todas as partidas. Essa é a luz que ainda existe.

Vitória do Náutico no último Clássico das Emoções do ano. Os alvirrubros bateram o Santa Cruz pelo placar de 3x2, neste sábado (4), no estádio do Arruda, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro da Série B. Os pernambucanos seguem estacionados na zona de rebaixamento a cinco jogos do fim da competição. Os tricolores continuam na 18ª colocação, com 32 pontos, e os alvirrubros figuram na 19ª colocação, com 31. 

Com a obrigação de fazer valer o fator casa, o Santa tomou a iniciativa e partiu pra cima do Náutico. Desperdiçou boas chances com André Luís, logo em seguida com Bruno Paulo e depois com João Paulo. A equipe comandada pelo técnico Roberto Fernandes estava com sérios problemas na marcação. 

Com a falta de recomposição dos atacantes Dico e Rafinha, os tricolores encontraram espaços pelas laterais do campo e conseguiram criar jogadas, mas abusaram dos erros de finalização e pagaram caro. Os alvirrubros, que não tinham força ofensiva e sequer ameaçavam a meta do goleiro Julio Cesar, foram eficientes e saíram na frente. Aos 33 minutos, David cruzou a bola com perfeição e William, livre de marcação, cabeceou para o fundo das redes. 

No prejuízo ainda antes do intervalo, o time do treinador Marcelo Martelotte se atirou ao ataque para tentar deixar tudo igual. E conseguiu nos acréscimos. Após o atacante André Luís ser derrubado na entrada da área, o zagueiro Anderson Salles acertou uma cobrança de falta espetacular e a bola foi parar no ângulo do goleiro Jefferson, que nada pôde fazer aos 46 minutos: 1x1. 

O Santa Cruz voltou a mil por hora para o segundo tempo. Logo aos 3 minutos, virou o jogo com o meia João Paulo, que aproveitou o cruzamento perfeito do atacante Ricardo Bueno e mandou de cabeça para o gol. A virada deixou os corais mais soltos dentro de campo, enquanto os alvirrubros tentavam encaixar um contra-ataque para empatar o clássico. Aos 13 minutos, William foi mais esperto e escorou a bola para as redes depois de uma cobrança de escanteio. 

O Timbu passou a adotar uma postura mais cautelosa, mas precisava da vitória. Nas arquibancadas, os poucos torcedores presentes estavam aflitos. O nervosismo aumentava a cada minuto passado. O jogo se encaminhava para o empate, mas nos acréscimos Julio Cesar derrubou William na área e o árbitro marcou o pênalti. O próprio atacante foi para a cobrança , virou o confronto para o Timbu e balançou as redes pela terceira vez. 

No último lance do duelo, Augusto foi puxado por Joazi dentro da área e a arbitragem mandou seguir. O lance polêmico irritou os jogadores do Santa, que intimidaram o juiz. Derley e André Luís foram expulsos e a Polícia Militar precisou entrar no campo para conter os ânimos. E o Clássico das Emoções terminou 3x2 para o Náutico.

TAÇA GENA
O equilíbrio marcou os oito duelos disputados entre os rivais na temporada. Ao todo, três vitórias para o Náutico, duas para o Santa e três empates. Com mais pontos no total, os alvirrubros ganharam a taça Gena em homenagem ao centenário do clássico.

Ficha do jogo
Santa Cruz 2

Julio Cesar; Nininho, Anderson Salles, Guilherme Mattis e Yuri; Derley, João Ananias (Jeremias) e João Paulo; André Luís (Halef Pitbull), Ricardo Bueno e Bruno Paulo (Augusto). 

Náutico 3Jefferson; David (Joazi), Breno, Aislan e Henrique Ávila; Amaral, Bruno Mota (Iago) e Diego Miranda (William Schuster); Dico, William e Rafinha. 

Local: estádio do Arruda, no Recife/PE
Arbitragem: Thiago Duarte Peixoto (SP)
Assistentes: Rogério Pablos Zanardo e Vitor Carmona Metestaine (ambos de SP)
Gols: William (aos 33 do primeiro tempo e aos 13 e 47 do segundo tempo); Anderson Salles (aos 46 do primeiro tempo) e João Paulo (aos 3 do segundo tempo); 
Cartões amarelos: Yuri, João Paulo (Santa Cruz); 
Cartões vermelhos: André Luís e Derley (Santa Cruz)
Professor Edgar Bom Jardim - PE

Clássico centenário de vida ou morte para Náutico e Santa Cruz


Um clássico local pressupõe um duelo acirrado, repleto de torcedores. Se o confronto em questão já existir há cem anos, o fascínio deveria ser ainda maior. Poderia ser esse o pano de fundo do Clássico das Emoções deste sábado. Mas o jogo entre Santa Cruz e Náutico, às 16h30, no Arruda, não poderia estar mais longe dessa realidade. A partida coloca os rivais em uma briga direta contra um provável - e vexatório - rebaixamento para a Série C do Campeonato Brasileiro. E ainda vale a Taça Gena, jogador que fez história nos dois clubes. E que, certamente, merecia honraria mais nobre.

Do lado tricolor, se há um mínimo alento, é que o desespero é menor em relação aos alvirrubros. O Santa Cruz ocupa a 18ª colocação da Série B e soma 32 pontos, quatro a mais do que o Timbu, atual penúltimo lugar da competição. Além disso, a Cobra Coral tem a vantagem de atuar em seus domínios. Ainda assim, os donos da casa têm problemas. O lateral-esquerdo Tiago Costa e o meia Thiago Primão, lesionados, foram vetados para o duelo. Por outro lado, estão em condições de jogos os laterais Yuri (esquerdo) e Nininho (direito), o volante Derley e o meia Natan. Os três primeiros devem ser titulares.

Para aumentar o clima de suspense, o técnico Marcelo Martelotte fechou os últimos treinos da equipe. Embora garanta que não deva surpreender o adversário. "Não tem surpresa. A gente tem que tomar um certo cuidado em relação aos treinamentos (fechados), mas é até para que a gente tenha certa privacidade nesse momento difícil. O motivo é muito mais dar essa tranquilidade aos jogadores do que esconder qualquer coisa. O que a gente puder fazer para ter o mínimo de vantagem, a gente vai fazer. Não podemos perder a confiança e é muito mais esse lado que está sendo trabalhado", apontou o treinador.

Já a situação na ala vermelha e branca é visivelmente mais crítica. Faltam seis rodadas para o fim da competição e, no mínimo, o Náutico precisa vencer cinco deles, além de torcer por tropeços de concorrentes. Ou seja, o duelo é no Arruda é de vida ou morte. Uma derrota praticamente sacramenta a degola alvirrubra. "Eu me recuso a pensar nos próximos dois jogos, que serão em casa. Precisamos vencer o Santa Cruz. Essa é a realidade. É um confronto direto e vamos buscar a vitória, disso não há dúvidas", assegurou o comandante do Timbu, Roberto Fernandes, que parece ter apenas uma incerteza em relação ao time.

O zagueiro Aislan perdeu algumas atividades por conta de dores nas costas. Caso esteja recuperado, será titular. "Aislan vai para esse último trabalho e, se treinar normalmente, está confirmado. Desde a minha chegada, ele foi o zagueiro que conseguiu se firmar em termos de regularidade. Breno passou por lesões, os demais zagueiros por suspensões. Léo Carioca teve lesões também. Então, se Aislan estiver bem, ele vai para o jogo", afirmou Fernandes, categórico. Caso o defensor seja desfalque, Feliphe Gabriel deve assumir a vaga. O restante da equipe não deve mudar muito em relação às últimas partidas.

FICHA TÉCNICA:

Santa Cruz
Júlio César; Nininho (Wálber), Guilherme Mattis, Anderson Salles e Yuri; Derley, João Ananias e Joao Paulo; Bruno Paulo, Ricardo Bueno e Grafite. Técnico: Marcelo Martelotte

Náutico
Jefferson; Léo, Breno, Aislan (Feliphe Gabriel) e Henrique Ávila; Amaral, Diego Miranda e Bruno Mota; Rafinha, Dico e William. Técnico: Roberto Fernandes

Local: Estádio do Arruda
Horário: 16h30
Árbitro: Thiago Duarte Peixoto (SP). Assistentes: Rogério Pablos Zanardo (SP) e Vitor Carmona Metestaine (SP).
Transmissão: Premiere e Rede Globo
Professor Edgar Bom Jardim - PE

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Nunca mais pegue numa bola para cobrar uma penalidade

Desastroso. Assim pode ser definida a derrota do Sport neste domingo (29) para o Coritiba por 4x3, na Ilha do Retiro. Com dois pênaltis perdidos, o Leão caiu diante de um concorrente direto na luta contra o rebaixamento. Apesar do revés, os rubro-negros permanecem na 15ª colocação, com 35 pontos, mas com a mesma pontuação dos 17º colocado, a Ponte Preta.

E se era gol que o torcedor queria ver, foi gol que ele viu. No total, quatro somente no primeiro tempo. No seu retorno como interino, o treinador Daniel Paulista armou o Sport de forma tradicional, com dois volantes, três meia, sendo dois abertos e um central, e um homem de referência. Mas o começo não foi fácil. Sonolento, o Leão parecia desmotivado para o jogo. E com apenas cinco minutos, o Coritiba abriu o placar. Em escanteio cobrado, Magrão e Henriquez falharam e Werley subiu para abrir o placar de cabeça. O gol acabou acordando os mandantes, que passaram a criar e só não empataram logo porque Diego Souza perdeu um pênalti aos 23 minutos. Porém, o craque leonino se redimiu aos 29, quando aproveitou escanteio de Samuel Xavier para cabecear e empatar a partida.

Tudo se encaminhava para uma virada leonina, mas aos 39, outra falha e novo gol curitibano. Após rebote de Magrão, Ronaldo Alves tentou afastar, mas chutou no pé de Henrique Almeida e a volta entrou. O abatimento não atingiu os rubro-negros, que dois minutos depois conseguiram chegar ao empate com um golaço. Em bola cruzada por Rogério, André pegou de primeira e acertou um lindo chute: 2x2.

Na volta para o segundo tempo, o Coritiba recuou e o Sport era senhor do jogo. Assim, conseguiu virar a partida aos 16 minutos. Em bela jogada de Osvaldo, Diego Souza aproveitou o cruzamento para fazer 3x2 e incendiar a Ilha. Aos 28 minutos, a chance de praticamente matar o duelo. Em novo pênalti, Diego Souza parou novamente em Wilson, perdendo inclusive o rebote. O castigo veio quatro minutos depois. Em nova falha de Magrão, Jonas pegou o rebote e deixou tudo igual. Mas o pior estava por vir. Aos 45, Yan penetrou na zaga leonina e bateu rasteiro para fazer 4x3 e fechar a conta na frustrada Ilha do Retiro. Com informações de  Folha de Pernambuco.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

quinta-feira, 19 de outubro de 2017

Sport pressiona, mas não sai de empate contra o Santos

Diego Souza
Diego SouzaFoto: Paullo Allmeida/Folha de Pernambuco
O risco do rebaixamento exigia que o Sport conseguisse os três pontos, nesta quinta-feira, diante do Santos, no estádio da Ilha do Retiro. E o Leão foi todo ataque desde o início da partida. Mas o espaço dado no início do jogo complicou o duelo para os anfitriões rubro-negros. Ao final do jogo, empate em 1x1, que garantiu, pelo menos, um degrau alcançado na classificação da Série A do Campeonato Brasileiro. Agora, os pernambucanos estão na 14ª posição, com 35 pontos. Detalhe: três a mais que a Ponte Preta, primeira equipe dentro do Z4.
Em sequência, dois lances idênticos, em três minutos de jogo. Bola enfiada para Ricardo Oliveira que, no mano a mano com algum defensor do Sport, conseguiu finalizar. Na primeira tentativa, um chute fraco e defesa de Magrão. No seguinte, falha do goleiro rubro-negro – pasmem. O placar de 1x0, tão cedo no jogo, contribuiu para o desenrolar do jogo na primeira etapa. Isso porque, com o peso do resultado negativo, e a zona de rebaixamento nos calcanhares, naturalmente o Leão se mandaria ao ataque. E lances de perigo foram protagonizados pelos rubro-negros. Do outro lado, no entanto, os pernambucanos encontraram um goleiro Vanderlei inspirado.
A primeira grande defesa do arqueiro santista aconteceu aos 13 minutos. Osvaldo bateu falta da direita, Rithely desviou de cabeça, e Vanderlei foi buscar. Um verdadeiro milagre, no entanto, aconteceu aos 34 minutos. Diego Souza driblou dentro da área do Santos e bateu rasteiro, de esquerda. Vanderlei se esticou, no contrapé, e evitou novamente o empate. O intervalo de tempo entre os dois lances tem, sim, uma justificativa. O fato é que o Santos conseguiu dominar o meio de campo por boa parte do primeiro tempo – principalmente por conta do nervosismo leonino. Antes da ida das equipes para os vestiários, Vanderlei ainda salvou uma bola com os pés, em dividida com André.
Na volta para o segundo tempo, Luxemburgo resolveu mandar o Sport ainda mais ao ataque. Duas substituições aconteceram. Samuel Xavier entrou no lugar de Raul Prata e o Wesley saiu para Juninho ir ao jogo. As alterações fizeram o Leão alugar o campo de defesa do Santos, que apostaram apenas nos contra-ataques. Mas os gols voltaram a ser perdidos pelos rubro-negros. O próprio Juninho, jogador que mais apareceu na etapa final do jogo, acabou desperdiçou ótima chance, aos 21 minutos. O empate, enfim, aconteceu. Aos 38 minutos, Rogério cruzou na área e acabou mandando direto para o gol.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Torcedores de Bom Jardim no Caldinho do Thiago- Globo Esporte


Torcedores do Íbis, o mais querido do estado, torcedores de Sport, Náutico e Santa Cruz também foram convocados  para  participar da resenha do Caldinho do Thiago do Globo Esporte - Pernambuco, nesta segunda-feira, 09 de outubro 2017, às 10:00 horas, no Pátio de Eventos João Salvino Barbosa. Compareçam vamos fazer uma grande homenagem ao Íbis, o único time que orgulha o torcedor de pernambucano na atualidade. Somos todos Íbis.  Traga sua alegria, sua camisa e bandeira. É um evento de paz e confraternização entre os torcedores. 
Foto:Edgar S.Santos.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 17 de setembro de 2017

O torcedor do Sport não aguenta apanhar mais

Rio - O Flamengo teve dificuldades, mas voltou a vencer no Brasileiro. Contra o Sport, na Ilha do Urubu, a equipe carioca levou a melhor e conseguiu o resultado de 2 a 0 em confronto realizado neste domingo.

Guerrero abriu o placar na vitória do FlamengoGilvan de Souza / Flamengo / Divulgação

O gols foram marcados por Guerrero, logo no começo da partida, e por Éverton Ribeiro no fim. O peruano chegou ao vigésimo gol na temporada, sua melhor marca na carreira.
Pela Sul-Americana, o Flamengo enfrenta a Chapecoense na próxima quarta-feira. Na próxima rodada do Brasileiro, o clube carioca recebe o Avaí, na Ilha do Urubu. A partida acontece no sábado. Já o Sport recebe o Vasco no próximo dia 25.  
Fonte: O Dia.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

McGregor hostiliza Floyd Mayweather


As provocações e o apoio da torcida irlandesa a Conor McGregor marcaram nesta sexta-feira a pesagem para a luta entre o campeão do UFC e o pugilista Floyd Mayweather, em Las Vegas (EUA). Cumprindo um roteiro quase obrigatório antes de combates, seja no boxe ou no MMA, os adversários se hostilizaram e proporcionaram um clima de tensão.

Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 20 de agosto de 2017

Meia Maratona do Rio é de Pernambuco em 2017.



O pernambucano da cidade de Brejão venceu a XXI Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro. Parabéns, José Márcio da Silva! Você fez meu coração bater mais forte com sua emoção na chegada
Professor Edgar Bom Jardim - PE

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Bela vitória do Náutico


A agonia, enfim, parece dar uma trégua ao Náutico. Na noite desta terça (15), o Timbu mostrou que sua reação na Série B não é mero fogo de palha e venceu mais uma vez. A terceira vitória nos últimos quatro jogos. A "vítima" da vez foi o Figueirense, que perdeu por 2x0 na Arena de Pernambuco. Os gols do confronto foram anotados pelo meia Giovanni e o veterano atacante William. Com o resultado, os alvirrubros chegaram a 17 pontos e, provisoriamente, deixaram a lanterna da Série B. 

O Náutico começou a peleja como era de se esperar de uma equipe no desespero. Postada ofensivamente, brigando pelas sobras de bola, ainda que pecasse na qualidade. E o placar não tardou a ser aberto. A primeira grande chance saiu em um lance de bola parada. Erick bateu escanteio rasteiro, para a entrada da área. Giovanni, que voltava após um mês parado por conta de lesão, ajeitou com a esquerda e bateu forte com a direita, sem chances para Saulo, aos 17 minutos de jogo.

Os visitantes responderam pouco depois com Luidy, que mandou para fora. Não demorou muito para o Timbu retomar as ações do jogo. E o segundo gol também aconteceu sem muita demora. Aos 31 minutos, Giovanni, sem dúvidas o nome do jogo, descolou um belo passe, da intermediária, que cortou a linha de defesa do Figueirense. Breno Calixto ficou com a bola e rolou para o estreante William, livre de marcação, estufar as redes e fazer 2 x 0 para os alvirrubros.
Fonte:Folha de Pernambuco
Publicado em 16/08/2017.
Professor Edgar Bom Jardim - PE

domingo, 6 de agosto de 2017

Por que Neymar, ganham tanto dinheiro?


Neymar no Paris Saint-GermainDireito de imagemREUTERS
Image captionQual a explicação lógica e matemática dos valores estratosféricos da ida de Neymar ao PSG?

A chegada de Neymar ao Paris Saint-Germain já ficou marcada na história do futebol, não ainda pelos ganhos esportivos do clube com o craque brasileiro, mas pelo lado financeiro do negócio.
O clube pagou 222 milhões de euros (R$ 815 milhões) ao Barcelona para contratar o jogador, o maior valor já visto em uma transação do futebol - é mais que o dobro do recorde anterior, a contratação do meio-campista Paul Pogba pelo Manchester United, da Inglaterra, por 105 milhões de euros no início deste ano.
Além disso, a equipe francesa ofereceu R$ 110 milhões por ano em salários para convencer Neymar a trocar Barcelona por Paris. Numa conta simples, isso equivaleria a mais de R$ 300 mil por dia - ou a R$ 12,5 mil por hora. Um valor que poucos conseguem ganhar em uma vida inteira de trabalho.
Os números parecem exorbitantes, fora de qualquer realidade. Mas, segundo especialistas consultados pela BBC Brasil, têm alguma explicação lógica e matemática.
"Hoje está evidente que (o futebol) é um mercado de entretenimento. Nos Estados Unidos, é mais normal ver o esporte como essa indústria, mas o futebol está se consolidando nisso agora. Está virando cada vez mais espetáculo", diz a economista Elena Landau, que trabalhou no BNDES, foi diretora do Programa de Desestatização do governo FHC e atuou no Atlético-MG e no Botafogo (seu time do coração).
"A final da Liga dos Campeões, por exemplo, é hoje em dia quase um Super Bowl (final da NFL, a liga de futebol americano)", compara.

Neymar e Brad Pitt

Landau compara o mercado do futebol ao mercado de entretenimento de Hollywood - um ator como Brad Pitt recebe valores altíssimos para fazer um filme, o que seria proporcional à movimentação financeira que se espera da película.
A lógica para o futebol hoje seria a mesma: as estrelas, como Neymar, são muito bem pagas porque são as protagonistas de um espetáculo que envolve cada vez mais dinheiro.

Final da Liga dos Campeões em junhoDireito de imagemREUTERS
Image captionFinal da Liga dos Campeões, em junho: 'é quase um Super Bowl' em termos de mercado de entretenimento e internacionalização, dizem analistas

"O futebol é um dos poucos segmentos, senão o único, em que o funcionário ganha mais que o patrão. O presidente de um clube ganha menos que o jogador", observou o especialista em marketing esportivo Erich Beting.
Isso porque sem os jogadores, sem as estrelas, não há o espetáculo que movimenta todo esse dinheiro, explica Beting. Ele ressalta que, principalmente na última década, os clubes europeus passaram a "internacionalizar" sua marca e, com isso, multiplicaram seus lucros.
"Eles estão a cada ano aumentando a receita porque as marcas dos clubes europeus se tornaram globais. O PSG tem programa de associação de membros (algo como um "sócio-torcedor") mundial, qualquer um pode se associar no mundo inteiro. Os clubes se tornaram potências globais como nunca foram, ajudados pela Liga dos Campeões, que também se tornou mundial."
Para se ter uma ideia desse crescimento, o Barcelona, por exemplo, aumentou quase 300% seu faturamento nos últimos 10 anos - de 259 milhões de euros em 2006 para 689 milhões em 2016 -, segundo os números oficiais do clube.
Em 2011, antes de ser comprado por um fundo de investimento do Catar, o PSG faturou 221 milhões de euros, de acordo com o estudo Football Money League, da consultoria Deloitte. Hoje, esse valor subiu para 520 milhões de euros - quase metade do faturamento do clube foi investido na contratação de Neymar.
"Esse investimento é irracional. O Real Madrid, por exemplo, não faria algo assim, a não ser que visse uma equação em que ganharia em todos os sentidos. Mas o PSG precisava dessa autoafirmação, então ele construiu essa loucura. Porque você não mede o retorno só do dinheiro, mas também do prestígio. E como o PSG tem um fundo de investimento por trás, ele tem dinheiro para correr esse risco", pontua Beting.

O fator Neymar

Tanto Landau quanto Beting classificam o caso Neymar como um ponto fora da curva nas negociações do mundo do futebol.
"O negócio não seria de risco se ele (clube) dissesse 'não me importo em perder dinheiro', o que talvez seja um pouco o caso do PSG, que tem o fundo por trás. E você olha para o clube e tem tudo a ver, porque lá ainda falta um ídolo, uma pessoa que vai levar mídia, uma visibilidade que eles não têm", afirma ela.

Ernesto Valverde, técnico do BarcelonaDireito de imagemREUTERS
Image captionO Barcelona, do técnico Ernesto Valverde (acima), aumentou quase 300% seu faturamento nos últimos 10 anos

Ainda carente do troféu mais cobiçado na Europa - o da Liga dos Campeões - e tendo esbarrado justamente no Barcelona diversas vezes na fase eliminatória, o Paris Saint-Germain vê em Neymar a chance de conquistar a taça que nunca veio e, consequentemente, as cifras que a acompanham.
"Existem os aspectos esportivo e econômico. Pelas cifras envolvidas, a gente pergunta: o Neymar vai se pagar? Não, ele não deve se pagar. É um negócio que dificilmente se paga na ponta do lápis", pondera Beting.
Mas ele agrega que o jogador brasileiro "tem sido cada vez mais frequente na mídia em geral, não só no Brasil. Tem grande relevância nas redes sociais. Na semana passada, estava jogando com o Barcelona nos EUA, e o Tiger Woods (jogador de golfe) tirou foto com ele e com a camisa do Barça, outros astros da NBA fizeram a mesma coisa. Ele transita em muitos territórios e, quando você tem um embaixador desse, é um baita ganho de imagem".
Além da visibilidade e da mídia que Neymar atrai consigo, os especialistas pontuam que, por causa dele, o PSG também deve ganhar novos patrocinadores, deve receber mais por cotas de TV, aumentar a receita de estádio e até vender mais produtos. A expectativa anunciada pelo clube é de vender 1 milhão de camisas do craque brasileiro - que renderiam ao time 40 milhões de euros.
E tudo isso, segundo Beting, está embutido no preço para contratar Neymar. Além, claro, de ter de convencê-lo a deixar o Barcelona, um time já consagrado mundialmente, para ir para uma equipe com prestígio bem menor.
"O cara está apostando a ficha de que o Neymar vai solucionar a empresa dele, então está disposto a oferecer muito", diz Beting. "A gente tem um salto financeiro que dificilmente paga todo o investimento, porque tem o custo mensal de salário, mas traz imensuravelmente um retorno para o PSG."

Escalonamento do mercado

Para entendermos um pouco melhor o salto nos valores de transferências e salários de jogadores é preciso levar em conta uma série de fatores - a presença da TV, por exemplo, já que os direitos de transmissão constituem uma parte significativa das receitas de clubes, seja em São Paulo ou Paris.
Mas um divisor de águas ocorreu em dezembro de 1995, quando a Corte Europeia de Justiça deu ganho de caso ao belga Jean-Marc Bosman em uma ação que começou como um litígio trabalhista do jogador contra seu clube, o Standard Liege, da Bélgica, que se recusara a vendê-lo e diminuira seu salário.
A decisão deu uma liberdade de movimentação sem precedentes para jogadores em clubes europeus. Na prática, as novas regras determinavam que os atletas poderiam simplesmente ir, de graça, para outras equipes no fim de seus contratos, o que aumentou incrivelmente o poder de barganha deles e de seus empresários em negociações salariais. No Brasil, a Lei Pelé, que veio em 1998, tinha o mesmo objetivo.
Na Inglaterra, por exemplo, o salário médio mensal de jogadores da Primeira Divisão na época da decisão da corte europeia girava em torno de R$ 40 mil. Dez anos mais tarde, já atingia a marca de R$ 195 mil. Em 2015, passava de R$ 700 mil.

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Image captionEstatuetas do Oscar: mercado do futebol se tornou de entretenimento, assim como Hollywood

A mesma coisa se deu com o valor de transferências: entre 1997 e 2017, o "recorde mundial" de transações saltou de R$ 61,7 milhões para os mais de R$ 800 milhões pagos pelo PSG ao Barcelona pelos serviços de Neymar.
O peso de salários nas finanças das equipes também aumentou consideravelmente. No futebol europeu, a folha de pagamento de jogadores corresponde, em média a mais de 60% da receita dos clubes.
Mas para o jornalista e autor do livro Soccernomics ("Economia do futebol"), Simon Kuper, a lógica é até "simples" para justificar os altos valores de salário pagos para Neymar.
"O valor de um jogador é estabelecido dentro de campo. É ali que você julga se ele é bom ou é ruim. E Neymar é muito bom. É muito mais fácil julgá-lo por gols e passes. O valor de um executivo, por exemplo, é muito menos claro. Um executivo ruim pode ser ruim sem prejudicar a empresa. Eu posso ser diretor de uma multinacional e disfarçar, mas as pessoas vão perceber rapidinho se eu tentar jogar pelo Barcelona", diz.
"Um jogador de futebol se expõe ao julgamento do público toda a semana em uma atividade mais competitiva e implacável que a maioria das outras. E ninguém joga com a camisa 10 porque tem padrinho, ao contrário do que acontece no mercado de trabalho tradicional."
É importante mencionar, porém, que o mercado salarial dos milhões é restrito a uma imensa minoria. Segundo relatório da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deste ano, 82% dos jogadores que atuam no Brasil ganham menos de R$ 2 mil - e 96% deles não ganham mais do que R$ 5 mil.
"Mas se a gente for pensar, quantos atletas de primeira linha existem no futebol mundial? No futebol brasileiro vão existir só 12 clubes que podem pagar esses salários altos. E não para muitos jogadores", ponta Beting.
"No caso de jogadores que ganham no nível do Neymar, a quantidade é a mesma de bilionários no mundo. É que esses casos, como os do Neymar, estão na mídia, enquanto os que ganham R$ 1 mil não estão."
Professor Edgar Bom Jardim - PE